Director João Armando

Reservas dos EUA sobem e crude desce

Reservas dos EUA sobem e crude desce

Neste "jogo da corda" em que os EUA puxam os preços para baixo e a OPEP os empurra, a minorar as perdas do petróleo, estiveram os cortes do cartel e as tensões entre os EUA e o Irão. Mas foi insuficiente para evitar descidas.

Os preços do petróleo recuaram nos mercados internacionais. O barril do Brent caiu para os 70 USD após a US Energy Information Administration ter reportado que houve um aumento nos inventários petrolíferos norte-americanos na semana passada.

Os analistas estimavam uma descida de 559 mil barris nas reservas, mas observou- se um aumento de 4,7 milhões para 476,8 milhões de barris, o maior nível desde Julho de 2017. Esta evolução reflectiu o abrandamento da actividade das refinarias, algo que não era expectável na driving season. A minorar as perdas do petróleo, estiveram os cortes da OPEP, que têm sido um dos grandes sustentos da matéria-prima, e as tensões entre os EUA e o Irão.

Entretanto, o banco Morgan Stanley também revelou que antecipa um preço entre os 75 USD e os 80 USD para o barril na segunda metade do ano. A concretização destas projecções dependerá, entre outros factores, da decisão da OPEP de prorrogar o programa de cortes, e do desfecho das tensões comerciais entre as duas maiores economias do mundo.

Nos mercados financeiros, o tema das tensões comerciais também impactou as bolsas. Os EUA aplicaram restrições à empresa Huawei, o que levou a uma queda nos resultados de determinadas cotadas. A Google e outras empresas anunciaram que iriam deixar de fornecer bens e serviços à organização chinesa. (...)


(Leia o artigo integral na edição 525 do Expansão, de quarta-feira, dia 24 de Maio de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*Banco Angolano de Investimentos

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