Director Carlos Rosado de Carvalho

Café ou leite?

Café ou leite?

Na maioria das empresas, o desempenho e a valorização humana são tratados como uma bebida, café com leite para todos...

Numa passagem rápida sobre muitas das empresas angolanas, e porque não mesmo em empresas internacionais, a avaliação do desempenho individual e das equipas é tratada de forma generalista, com critérios ambíguos e, regra geral, de forma "simpática e pouco isenta. Desta forma, ou se trata toda a gente por igual, não criando incompatibilidades, ou se age por força daqueles que menos contribuem para a produtividade e qualidade.
De facto, estamos perante o fenómeno do "café com leite", como se de uma bebida se tratasse, servindo todos de igual modo, no que respeita à valorização e recompensa, ou actuando com base em "compadrios", com impacto directo na motivação e na orientação para objectivos.
Partindo do princípio de que a competitividade das empresas é gerada, quer pela sua capacidade técnica e tecnológica, quer pela forma como são posicionados os seus recursos humanos na estrutura operativa, embora não descuidando a vertente financeira e de controlo de custos, a sua flexibilidade, capacidade produtiva e satisfação de clientes só é conseguida, através da introdução de mecanismos de valorização e motivação do potencial humano existente.
As alterações permanentes na dinâmica das empresas, resultantes das pressões dos mercados, obrigam-nas a mudanças culturais e comportamentais, bem como a ajustamentos na dinâmica interna e na atitude e capacidade de resposta dos seus colaboradores.

(Leia o artigo na integra na edição 466 do Expansão, de sexta-feira 29 de Março de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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