Director Carlos Rosado de Carvalho

BNA acaba com vendas directas de divisas e bancos aplaudem

BNA acaba com vendas directas de divisas e bancos aplaudem
Foto: D.R.

BNA devolve às instituições financeiras autorizadas a autonomia na venda de divisas mas garante que trabalhará junto das instituições financeiras para que a transição seja bem sucedida e ocorra sem quaisquer impactos negativos na actividade económica do País.

Bancos, casas de câmbio e banqueiros receberam de bom grado a decisão do Banco Nacional de Angola (BNA) que vai deixar de proceder a vendas directas de divisas a partir de 1 de Outubro, devolvendo, assim, às instituições autorizadas a função de autonomia na alocação de moeda estrangeiras aos seus clientes, como avança um comunicado do banco central enviado ao Expansão.

Esta decisão do BNA faz parte da segunda fase do novo quadro operacional do mercado cambial, como fez saber o governador do banco central, José Massano, no encerramento do VIII Fórum Banca organizado pelo Expansão no final de Junho. Ao preferir o discurso de encerramento do evento, Massano disse que o objectivo desta medida é aumentar o número de ofertantes de moeda estrangeira, para além do BNA, bem como termos um maior dinamismo no mercado cambial, particularmente no apuramento da taxa de câmbio".

"No caso particular do nosso mercado, o Tesouro Nacional, as operadoras petrolíferas e os exportadores não petrolíferos são os que estão em condições de participar do lado da oferta. Esta etapa será implementada também de modo faseado, pelo que num primeiro momento teremos os exportadores não petrolíferos até Setembro e, posteriormente, a reentrada das operadoras petrolíferas", explicou Massano no fórum sob o lema "Qual é o melhor regime cambial para Angola". (...)


(Leia o artigo integral na edição 491 do Expansão, de sexta-feira 21 de Setembro de 2018, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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