Catoca encerra centro de tratamento e suspende prospecção

Catoca encerra centro de tratamento e suspende prospecção
Foto: D.R.

O encerramento dos mercados internacionais devido à pandemia, que impede a compra e venda de diamantes, obrigou Catoca a parar.

A Sociedade Mineira de Catoca (SMC) paralisou todas as operações da Central de Tratamento (CT1) e procedeu à total paragem dos trabalhos nas concessões Tchiafua, Gango e Luangue, devido à Covid-19, que obrigou ao encerramento dos mercados internacionais.

Estas medidas, de acordo com a nota, implicam o reajustamento dos volumes dos planos de produção, com adiamento de alguns investimentos e o melhor acompanhamento e redução das principais despesas e insumos utilizados no processo produtivo, como energia, água, combustível, entre outros.

Com o encerramento dos mercados internacionais, devido à pandemia, não se compra nem se vendem diamantes e, como resultado, as empresas pararam de obter receitas. A Índia, por exemplo, que é o maior lapidador dos diamantes angolanos, encontra-se com o mercado estagnado, com grandes stocks lapidados e brutos, refere a empresa.

Outro factor que surge com a Covid-19 e que forçou as empresas a tomarem medidas de contingência é a aplicação do estado de emergência em quase todos os países, com restrições na circulação e o encerramento de algumas fábricas, ou a dificuldade de exportar mercadorias que não estejam ligadas ao combate da pandemia. (...)


(Leia o artigo integral na edição 575 do Expansão, de sexta-feira, dia 22 de Maio de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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