Director Carlos Rosado de Carvalho

Abrandamento da economia à vista?

Abrandamento da economia à vista?

Agravam-se as expectativas sobre o abrandamento da economia mundial. Na zona Euro as vendas a retalho estão a descer e a Alemanha deverá rever em baixa crescimento para este ano, já que as encomendas estão a baixar.

Nesta semana, o Brent recuou ligeiramente, mas manteve-se acima dos 62 USD por barril. A sustentar os preços, além dos efeitos das sanções impostas pelos EUA à Venezuela, estiveram os sinais de efectivação, em Janeiro, dos cortes acordados no final do ano passado pela OPEP e aliados.

As estimativas da Bloomberg apontam para uma redução de 930 mil barris na produção da OPEP, em Janeiro, superando a diminuição de 751 mil barris do mês anterior. A concretizar-se, será a maior queda dos últimos dois anos. Na justificação desta queda, estão as estimativas de que o corte da Arábia Saudita tenha superado a sua quota estipulada no acordo.

O relatório da consultora de serviços energéticos Baker Hughes indicou que o número de plataformas de exploração petrolífera dos EUA caiu, na semana passada, o que sugere que a oferta norte-americana abrande nos próximos tempos, beneficiando os preços da matéria-prima no mercado internacional. (...)

*Banco Angolano de Investimentos


(Leia o artigo integral na edição 510 do Expansão, de sexta-feira, dia 8 de Fevereiro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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