PRONTO SOCORRO

PRONTO SOCORRO

A maioria das empresas em dificuldades, ou mesmo algumas que não se apercebem a tempo das mesmas, esquecem-se que o seu verdadeiro problema está na estrutura e nas competências, associado aos níveis de organização e competitividade.

Se quantificássemos as perdas existentes nas empresas do mundo, por deficiências de gestão, perceberíamos que estes valores seriam suficientes para, em cada país, resolver a maioria dos problemas sociais.

As perdas de rentabilidade e produtividade nas empresas resultam quase sempre da perda de controle sobre os principais indicadores de gestão, levando as mesmas a estruturas de custos insuportáveis.

Vivemos numa época em que a crise generalizada provoca desorientação e desorganização nas empresas, com impacto directo na sua capacidade de manobra e investimento, originando quase sempre a sua falência.

Nestes casos, será importante que exista como que um "pronto-socorro", que, a tempo, repare as anomalias existentes.

Muitos dos gestores confrontados com este cenário adiam decisões estratégicas, seja de emagrecimento, seja de reposicionamento no mercado, continuando a suportar uma doença, que, se tratada à nascença, traria muito menos mazelas.

Num cenário de empresa em dificuldade, o gestor deve evitar a "vitimação", muito menos culpar o sistema ou a economia, tomando consciência de que é o único responsável pelo seu futuro. (...)


(Leia o artigo integral na edição 515 do Expansão, de sexta-feira, dia 15 de Março de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

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