Saltar para conteúdo da página

Logo Jornal EXPANSÃO

EXPANSÃO - Página Inicial

Angola

Agências de publicidade com quebras de 75% nas receitas

EFEITO DA COVID-19

As empresas do sector praticamente pararam desde o início da pandemia. Se a situação não melhorar, admitem avançar com despedimentos.

As empresas de publicidade que operam no País admitem ter quebras de 75% da sua facturação desde Março, altura em que o País entrou em estado de emergência devido à pandemia, da Covid-19, e caso a situação não se inverter, deverão avançar com despedimentos.

Segundo o presidente da Associação Angolana das Empresas de Publicidade e Marketing (AAEPM), Nuno Fernandes, entre 2013 e 2014, o mercado publicitário valia 600 milhões USD, e hoje "vale menos de 250 milhões USD". O responsável admite que as empresas vivem tempos difíceis e que, a continuar assim, os despedimentos serão uma realidade.

Para o gestor, o Estado poderia ser a solução para melhorar as perspectivas do sector se, em vez de continuar a utilizar as empresas públicas de comunicação para veicular os seus "spots", começasse a apostar no sector privado. Isto porque está a prejudicar as agências de publicidade privadas, já que acaba por lhes retirar esse nicho de mercado.

Relativamente ao preço da produção publicitária não existem valores fixos, depende da qualidade e o formato que cada empresa oferece ao cliente, garante o presidente da AAEPM. Os preços podem variar desde os mínimos de quase 200 mil Kz a mais de 1 milhão Kz. A emissão de cada spot de 30 segundos no horário de maior audiência na TPA ronda os 190 mil Kz por cada emissão. Contas feitas, só para este serviço o cliente pode gastar numa semana 1,3 milhões Kz", garante o gestor.

(Leia o artigo integral na edição 586 do Expansão, de sexta-feira, dia 7 de Agosto de 2020, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

Logo Jornal EXPANSÃO Newsletter gratuita
Edição da Semana

Receba diariamente por email as principais notícias de Angola e do Mundo