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Angola

Defesa pede absolvição no caso da burla de 50 mil milhões USD

"BURLA TAILANDESA"

No investimento privado o Estado não é parte da relação em causa, mas actua apenas como mero regulador desta relação, refere a defesa.

A defesa dos principais arguidos do processo conhecimento por "burla tailandesa" pediram a absolvição dos réus na primeira sessão do julgamento que teve início na quinta-feira.

Estão a ser julgados os cidadãos tailandeses, Raveeroj Ritchoteanan, Manin Wanitchanon, Monthita Pribwai e Theera Buapeng, todos em prisão preventiva desde Fevereiro de 2018, os angolanos Ernesto Norberto Garcia, José Arsénio Manuel, ambos em prisão domiciliária, Celeste de Brito António e Cristian de Lemos, ambos detidos, há cerca de um ano, o eritreu Million Isaac Haile, igualmente detido há quase um ano, e o canadiano André Louis Roy, que responde em liberdade.

Na contestação, os representantes dos réus pediram a absolvição dos seus constituintes, argumentando a sua inocência. Em causa está uma suposta tentativa de burlar o Estado em 50 mil milhões USD, tese contestada pela defesa, argumentando que se tratou de uma iniciativa de investimento privado, não colhendo por isso a acusação de burla ao Estado. (...)


(Leia o artigo integral na edição 507 do Expansão, de sexta-feira, dia 18 de Janeiro de 2019, em papel ou versão digital com pagamento em Kwanzas. Saiba mais aqui)

*com Lusa

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