MSTelcom passa a Mercury com olhos no consumidor final
A nova marca traz uma proposta de valor assente em três pilares essenciais: criar, integrar e gerir soluções digitais que simplifiquem a operação dos clientes, aumentem a sua competitividade e acelerem a sua transformação digital. O mercado business-to-business continuará a ser principal aposta da Mercury.
O braço tecnológico da petrolífera nacional Sonangol proce deu a um rebranding, anunciado esta semana durante a edição 2026 do Angotic, deixando de usar a sigla MSTelcom, abreviatura de Mercury Telecommunication Services, para passar a chamar-se simplesmente Mercury. A transformação da marca representa uma evolução no posicionamento da empresa. O Grupo Sonangol está a adoptar uma postura de investidor estratégico, confiando à Mercury a responsabilidade de gerir o seu próprio destino no mercado das telecomunicações e dos serviços digitais. A nova marca traz uma proposta de valor assente em três pilares essenciais: criar, integrar e gerir soluções digitais que simplifiquem a operação dos clientes, aumentem a sua competitividade e acelerem a sua transformação digital.
"A Mercury posiciona-se como parceira de transformação digital para empresas e instituições", afirmou ao Expansão Francisco Pinto Leite, presidente do Conselho Executivo da tecnológica.
O foco no mercado business--to-business (B2B) continuará a ser a principal aposta da Mercury, afirmando-se como parceira de empresas privadas e instituições públicas. A Mercury é líder destacada no segmento empresarial da telefonia fixa, com uma quota próxima de 83% do mercado, segundo dados do Instituto Angolano das Comunicações (Inacom), o que reflecte a sua estratégia orientada para o negócio corporativo.
Já o serviço de internet fixa tem uma participação residual face aos grandes operadores do mercado. A Mercury tem um nicho de mercado muito próprio, mais virado ao sector petrolífero, não sendo um nicho de volume. O braço tecnológico da petrolífera, tem consolidado a sua posição no mercado através da assinatura de acordos comerciais de grande envergadura, incluindo o aluguer de infraestruturas de dados (colocation) com a Africell, a segunda maior operadora de telefonia móvel de em Angola. Para Francisco Pinto Leite, a Mercury está a posicionar-se e a consolidar-se no segmento cor











