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"Um dos maiores activos de qualquer economia hoje são as empresas tecnológicas"
Willian Oliveira reconhece o potencial das tecnologias para o desenvolvimento das organizações e da economia, mas alerta para a necessidade de capacitação das pessoas e os desafios que o mercado angolano ainda apresenta à expansão dos serviços.
Os "assim assim"
Há uma nova categoria a circular nos meios políticos. Ainda não consta dos estatutos nem aparece nos organogramas, mas já entrou no vocabulário das conversas onde se decide quem é quem. Pergunta-se por alguém: "Esse é dos nossos?" Há uma pausa, uma rápida consulta ao cadastro político do cidadão e surge a classificação: "assim assim...". Nasceu uma nova espécie política. Durante muito tempo, a nomeação era mais simples. Havia os bajuladores, os alinhados e os excomungados....
IGAPE vai ser transformado em SGPS e olhar para as empresas num modelo mais comercial"
O ProPriv entra na fase final com 9 activos por alienar até ao fim do ano, enquanto o Governo prepara a transformação do IGAPE numa SGPS - Sociedade Gestora de Participações Sociais, com uma gestão mais comercial e focada para resultados. Junta-se a revisão da lei do SEP e a aprovação dos contratos-programa
Inteligência Artificial
O risco não é que a Inteligência Artificial pense igual. O risco é que nós deixemos de pensar diferente. A crítica, a dúvida, a criatividade e até o erro fazem parte da condição humana. Se, por preguiça ou comodidade, aceitarmos todas as respostas produzidas por uma máquina como se fossem verdades reveladas, talvez um dia a maior inovação tecnológica da História acabe por produzir o mais antigo dos problemas: uma sociedade que deixou de questionar.
"Não é admissível que os níveis de fraude superem a qualidade do serviço que se quer prestar"
A evolução do sistema de pagamentos foi o mote para a conversa com o gestor, que vê nestes instrumentos mecanismos de inclusão e digitalização financeira, mas alerta para a necessidade de maior controlo por parte dos prestadores e utilizadores, para evitar fraudes e contribuir para a normalização da economia.
Profissão de risco
Há profissões perigosas. Mineiros, bombeiros, mergulhadores, pilotos de testes. E depois há os contabilistas angolanos. Estes últimos talvez mereçam, finalmente, um decreto presidencial que os inclua na lista oficial das profissões de risco. Não por causa de explosões, incêndios ou ataques de tubarões, mas porque todos os meses enfrentam um adversário muito mais imprevisível, o portal da AGT
"A banca não é uma alternativa. Pelo contrário, é a porta de entrada para o mercado de capitais"
A presidente da Comissão Executiva (PCE) da BODIVA, Cristina Lourenço, defendeu esta sexta-feira que a banca não deve ser encarada apenas como uma alternativa ao mercado de capitais, mas sim como a uma porta de entrada para este segmento do sistema financeiro angolano. Ao intervir no XVI Fórum Banca do Expansão, durante a apresentação subordinada ao tema "A Participação da Banca no Mercado de Capitais", a responsável destacou o papel estrutural que as instituições bancárias têm desempenhado na construção e desenvolvimento do mercado de capitais em Angola.
A Internacionalização da Banca e o Regresso dos Correspondentes: Desafios e Oportunidades
A mesa-redonda da 16.ª edição do Fórum Banca do Expansão, realizada a 19 de Julho, reuniu Juvelino Domingos, administrador executivo do BAI, Catarina Souza, do Banco Atlântico, Luís Gonçalves, presidente da Comissão Executiva do BFA, Eduardo Clemente, administrador executivo do Standard Bank Angola, Ricardo Cortez, administrador executivo do BIC, e Odyle Cardoso dos Santos, administrador executivo do BCS. A moderação estará a cargo de João Armando, director do Expansão.
Sem linha de chegada
Há uma pergunta simples que deveria acompanhar qualquer nomeação para um cargo de gestão, seja num ministério, numa empresa pública ou numa direcção-geral: "o que é exactamente suposto esta pessoa alcançar?"
Sim, chefe!
IGAPE vai ser transformado em SGPS e olhar para as empresas num modelo mais comercial"
O ProPriv entra na fase final com 9 activos por alienar até ao fim do ano, enquanto o Governo prepara a transformação do IGAPE numa SGPS - Sociedade Gestora de Participações Sociais, com uma gestão mais comercial e focada para resultados. Junta-se a revisão da lei do SEP e a aprovação dos contratos-programa
Inteligência Artificial
O risco não é que a Inteligência Artificial pense igual. O risco é que nós deixemos de pensar diferente. A crítica, a dúvida, a criatividade e até o erro fazem parte da condição humana. Se, por preguiça ou comodidade, aceitarmos todas as respostas produzidas por uma máquina como se fossem verdades reveladas, talvez um dia a maior inovação tecnológica da História acabe por produzir o mais antigo dos problemas: uma sociedade que deixou de questionar.
"Não é admissível que os níveis de fraude superem a qualidade do serviço que se quer prestar"
A evolução do sistema de pagamentos foi o mote para a conversa com o gestor, que vê nestes instrumentos mecanismos de inclusão e digitalização financeira, mas alerta para a necessidade de maior controlo por parte dos prestadores e utilizadores, para evitar fraudes e contribuir para a normalização da economia.
Profissão de risco
Há profissões perigosas. Mineiros, bombeiros, mergulhadores, pilotos de testes. E depois há os contabilistas angolanos. Estes últimos talvez mereçam, finalmente, um decreto presidencial que os inclua na lista oficial das profissões de risco. Não por causa de explosões, incêndios ou ataques de tubarões, mas porque todos os meses enfrentam um adversário muito mais imprevisível, o portal da AGT
"A banca não é uma alternativa. Pelo contrário, é a porta de entrada para o mercado de capitais"
A presidente da Comissão Executiva (PCE) da BODIVA, Cristina Lourenço, defendeu esta sexta-feira que a banca não deve ser encarada apenas como uma alternativa ao mercado de capitais, mas sim como a uma porta de entrada para este segmento do sistema financeiro angolano. Ao intervir no XVI Fórum Banca do Expansão, durante a apresentação subordinada ao tema "A Participação da Banca no Mercado de Capitais", a responsável destacou o papel estrutural que as instituições bancárias têm desempenhado na construção e desenvolvimento do mercado de capitais em Angola.
A Internacionalização da Banca e o Regresso dos Correspondentes: Desafios e Oportunidades
A mesa-redonda da 16.ª edição do Fórum Banca do Expansão, realizada a 19 de Julho, reuniu Juvelino Domingos, administrador executivo do BAI, Catarina Souza, do Banco Atlântico, Luís Gonçalves, presidente da Comissão Executiva do BFA, Eduardo Clemente, administrador executivo do Standard Bank Angola, Ricardo Cortez, administrador executivo do BIC, e Odyle Cardoso dos Santos, administrador executivo do BCS. A moderação estará a cargo de João Armando, director do Expansão.
Sem linha de chegada
Há uma pergunta simples que deveria acompanhar qualquer nomeação para um cargo de gestão, seja num ministério, numa empresa pública ou numa direcção-geral: "o que é exactamente suposto esta pessoa alcançar?"
Sim, chefe!
Infografias
Cimeira África-EU
Outra questão fundamental é ter objectivos precisos, quantificados, para esta cimeira e implantar depois um mecanismo de controlo para os confrontar com os resultados alcançados. Por exemplo, devia haver um pronunciamento público sobre o que foi conseguido com a realização em Luanda da cimeira com EUA, com resultados concretos, sem uma conversa generalista, que na verdade desresponsabiliza os intervenientes, passa uma ideia que é apenas isso , sem aplicação prática, e acaba sempre com a conclusão que todos já conhecem : "Foi um enorme sucesso". Mas como é que isso impactou a vida dos angolanos? Pois, ninguém sabe muito bem...Edição 853, de 22 de Novembro de 2025
O Raio-X aos últimos sete anos da contratação pública angolana
O fosso entre os ajustes directos e outros procedimentos de contratação pública tem aumentado significativamente todos os anos nos números e valores dos contratos. O facto dos contratos por ajuste directo por critério material não limitarem valores envolvidos agrava a situação devido à realização de obras de engenharia que vêm já com financiamento das denominadas linhas de crédito.
Vendas de carros novos dispararam 47% para 6.982 em 2023
Nos últimos oito anos foram vendidos menos carros do que em todo o ano de 2014, aquele que foi o melhor exercício do sector. Há três anos que a venda de carros novos dos parceiros da ACETRO tem estado a crescer, mas os números deverão ser superiores, já que não foram contabilizadas marcas como a chinesa Jetour.
País já investiu 20 mil milhões USD mas um terço da capacidade de produção ainda é térmica
O sector da energia é estratégico e o Executivo prevê gastar cerca de 1.000 milhões USD por ano até 2028 para aumentar a disponibilidade de energia eléctrica e apostar na exportação para os países vizinhos. Este tem sido o sector que mais beneficiou de investimento público nos últimos anos, maioritariamente financiado por linhas de crédito estrangeiras.
O malparado da banca voltou a subir em Junho deste ano para 14,5%
No pico do malparado em Angola, em Junho de 2019, o sector bancário tinha o equivalente a 5.000 milhões USD em crédito vencido. Esse valor baixou para 2.026 milhões USD um ano depois, em Junho de 2020, quando a Recredit ficou com a carteira de malparado do maior banco público, o BPC.
Crescimento em baixa e inflação em alta abre portas à estagflação
As perspectivas para o resto do ano não são nada animadoras. Para cumprir os valores inscritos no OGE, a produção petrolífera teria de crescer 223,5 mil barris por dia face à média diária dos meses de Julho e Agosto. Com baixo crescimento, alta inflação e desemprego, o fantasma da estagflação volta a pairar sobre o País.
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Foto da Semana
@Manuel Tomás
Opinião
EDITORIAL
João Armando
Défice fiscal
Formalizar não é apenas mandar fiscais, suspender NIF, aplicar multas ou instalar mais software. É fazer com que entrar no sistema seja mais vantajoso do que permanecer fora dele.
CONVIDADA
Sandra Camelo
Produzir e inovar localmente, vencer globalmente | O paradoxo competitivo de Angola (Parte II)
VISTO DO CEIC
Manuel Alberto
Déficit de governança das políticas públicas | O elo perdido entre a decisão e a transformação
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O Estado não precisa de mais empresas. Precisa de empresas que criem valor. Por uma nova política de propriedade do Estado
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José Carlos Bettencourt
A ilusão da autossuficiência | O caminho real para a segurança alimentar em Angola
IDEIAS & VISÕES
Norberto Carlos
A face oculta da transformação digital
CONVIDADO
Eduardo Nkossi Ngo
Entre os números e a realidade Quando o crescimento económico não resolve o social dos angolanos
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