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FOTOGALERIA: IV Fórum Energia e Ambiente
O complexo Isabel Fançony abriu as portas para ser o palco de reflexão onde o Expansão recebeu representantes de instituições públicas e privadas, especialistas, convidados e os principais actores do sector energético para debater a reforma do sector eléctrico e as parcerias público-privadas. Nos stands, empresas expuseram soluções tecnológicas para as energias e o ambiente.
"Faz todo sentido manter o subsídio às tarifas de energia e água"
O director da ChampionX, Frederico Bicho, defende que a manutenção dos subsídios à energia constitui uma das formas de combater a pobreza no País, tendo em conta as dificuldades de acesso à electricidade que afectam grande parte da população.
Reforma do Sector Eléctrico e Parcerias Público-Privadas
Sob o tema "A Reforma do Sector Eléctrico e PPPs", o encontro colocou em discussão os principais desafios que o País enfrenta para aumentar a cobertura eléctrica, melhorar a distribuição e criar condições para a participação do sector privado num segmento considerado estratégico para o desenvolvimento económico.
"Não basta produzir mais energia. É necessário garantir que ela esteja disponível, seja transportada com segurança e distribuída com eficiência"
O secretário de Estado para a Energia, Arlindo Carlos, defendeu hoje, durante o IV Fórum Energia e Ambiente do Expansão, que o aumento da produção de electricidade deve ser acompanhado por melhorias na disponibilidade, transporte e distribuição, de forma a garantir maior qualidade e sustentabilidade no fornecimento. Assista à intervenção completa em vídeo.
Mau Humor
Há qualquer coisa no ar. É uma espécie de mau humor colectivo instalado nos corredores da política, nos gabinetes das empre sas, nas reuniões, debates e, naturalmente, nas redes sociais. Parece existir um campeonato nacional da indignação. Ganha quem estiver mais zangado. Há pontos extra para quem franzir o sobrolho, utilizar três adjectivos negativos na mesma frase e transformar uma pequena divergência numa questão de Estado.
Estatísticas felizes
Na rua encontramos preços a subir, famílias a fazer contas antes de chegar à caixa do supermercado, jovens à procura de emprego e cidadãos para quem o salário tem cada vez mais mês pela frente. Nas estatísticas, porém, a paisagem é mais simpática: a economia cresce, o desemprego desce, a diversificação acontece e quase todos os indicadores avançam na direcção certa. Talvez o problema esteja na rua.
"Há resistência da AGT em trabalhar connosco, porque vamos descobrir muita coisa do lado de lá"
Os contabilistas que "saltam" da faculdade para a autoridade tributária "não contam" na hora de instituir normas para pagar impostos. Quem o diz é Cristina Silvestre. Falta-lhes a prática do dia-a-dia, razão de muitos erros no sistema da AGT. É que quem paga o desfasamento entre teoria e prática são as empresas e contabilistas.
Várias juventudes
Há uma expressão que os políticos angolanos adoram: "a nossa juventude". É o futuro da Nação, a esperança do País e, se o discurso for comprido, até é o motor da diversificação económica. Só que existe um problema: essa juventude, no singular, não existe
"A cultura da mão estendida tem de sair da cabeça das pessoas"
Com um percurso ligado ao cinema e ao audiovisual, o director-geral da ANICC explica os projectos que estão a ser implementados e defende a transformação do sector cultural em indústria criativa, numa lógica de mercado.
Contrastes
Há duas Angolas. Uma aparece nos relatórios, nas estatísticas, nos discursos oficiais e nas apresentações governamentais. A outra está à porta dos supermercados, dos restaurantes e dos hotéis, de mão estendida, ou mergulhada dentro de um contentor de lixo à procura da próxima refeição. Na primeira, a economia cresce, o desemprego diminui, abrem-se empresas, anunciam-se investimentos e multiplicam-se inaugurações. Os números garantem-nos que estamos melhores. Na segunda, crianças de cinco ou seis anos já aprenderam uma das mais cruéis profissões disponíveis no País, pedir! E são cada vez mais....
Reforma do Sector Eléctrico e Parcerias Público-Privadas
Sob o tema "A Reforma do Sector Eléctrico e PPPs", o encontro colocou em discussão os principais desafios que o País enfrenta para aumentar a cobertura eléctrica, melhorar a distribuição e criar condições para a participação do sector privado num segmento considerado estratégico para o desenvolvimento económico.
"Não basta produzir mais energia. É necessário garantir que ela esteja disponível, seja transportada com segurança e distribuída com eficiência"
O secretário de Estado para a Energia, Arlindo Carlos, defendeu hoje, durante o IV Fórum Energia e Ambiente do Expansão, que o aumento da produção de electricidade deve ser acompanhado por melhorias na disponibilidade, transporte e distribuição, de forma a garantir maior qualidade e sustentabilidade no fornecimento. Assista à intervenção completa em vídeo.
Mau Humor
Há qualquer coisa no ar. É uma espécie de mau humor colectivo instalado nos corredores da política, nos gabinetes das empre sas, nas reuniões, debates e, naturalmente, nas redes sociais. Parece existir um campeonato nacional da indignação. Ganha quem estiver mais zangado. Há pontos extra para quem franzir o sobrolho, utilizar três adjectivos negativos na mesma frase e transformar uma pequena divergência numa questão de Estado.
Estatísticas felizes
Na rua encontramos preços a subir, famílias a fazer contas antes de chegar à caixa do supermercado, jovens à procura de emprego e cidadãos para quem o salário tem cada vez mais mês pela frente. Nas estatísticas, porém, a paisagem é mais simpática: a economia cresce, o desemprego desce, a diversificação acontece e quase todos os indicadores avançam na direcção certa. Talvez o problema esteja na rua.
"Há resistência da AGT em trabalhar connosco, porque vamos descobrir muita coisa do lado de lá"
Os contabilistas que "saltam" da faculdade para a autoridade tributária "não contam" na hora de instituir normas para pagar impostos. Quem o diz é Cristina Silvestre. Falta-lhes a prática do dia-a-dia, razão de muitos erros no sistema da AGT. É que quem paga o desfasamento entre teoria e prática são as empresas e contabilistas.
Várias juventudes
Há uma expressão que os políticos angolanos adoram: "a nossa juventude". É o futuro da Nação, a esperança do País e, se o discurso for comprido, até é o motor da diversificação económica. Só que existe um problema: essa juventude, no singular, não existe
"A cultura da mão estendida tem de sair da cabeça das pessoas"
Com um percurso ligado ao cinema e ao audiovisual, o director-geral da ANICC explica os projectos que estão a ser implementados e defende a transformação do sector cultural em indústria criativa, numa lógica de mercado.
Contrastes
Há duas Angolas. Uma aparece nos relatórios, nas estatísticas, nos discursos oficiais e nas apresentações governamentais. A outra está à porta dos supermercados, dos restaurantes e dos hotéis, de mão estendida, ou mergulhada dentro de um contentor de lixo à procura da próxima refeição. Na primeira, a economia cresce, o desemprego diminui, abrem-se empresas, anunciam-se investimentos e multiplicam-se inaugurações. Os números garantem-nos que estamos melhores. Na segunda, crianças de cinco ou seis anos já aprenderam uma das mais cruéis profissões disponíveis no País, pedir! E são cada vez mais....
Infografias
Cimeira África-EU
Outra questão fundamental é ter objectivos precisos, quantificados, para esta cimeira e implantar depois um mecanismo de controlo para os confrontar com os resultados alcançados. Por exemplo, devia haver um pronunciamento público sobre o que foi conseguido com a realização em Luanda da cimeira com EUA, com resultados concretos, sem uma conversa generalista, que na verdade desresponsabiliza os intervenientes, passa uma ideia que é apenas isso , sem aplicação prática, e acaba sempre com a conclusão que todos já conhecem : "Foi um enorme sucesso". Mas como é que isso impactou a vida dos angolanos? Pois, ninguém sabe muito bem...Edição 853, de 22 de Novembro de 2025
O Raio-X aos últimos sete anos da contratação pública angolana
O fosso entre os ajustes directos e outros procedimentos de contratação pública tem aumentado significativamente todos os anos nos números e valores dos contratos. O facto dos contratos por ajuste directo por critério material não limitarem valores envolvidos agrava a situação devido à realização de obras de engenharia que vêm já com financiamento das denominadas linhas de crédito.
Vendas de carros novos dispararam 47% para 6.982 em 2023
Nos últimos oito anos foram vendidos menos carros do que em todo o ano de 2014, aquele que foi o melhor exercício do sector. Há três anos que a venda de carros novos dos parceiros da ACETRO tem estado a crescer, mas os números deverão ser superiores, já que não foram contabilizadas marcas como a chinesa Jetour.
País já investiu 20 mil milhões USD mas um terço da capacidade de produção ainda é térmica
O sector da energia é estratégico e o Executivo prevê gastar cerca de 1.000 milhões USD por ano até 2028 para aumentar a disponibilidade de energia eléctrica e apostar na exportação para os países vizinhos. Este tem sido o sector que mais beneficiou de investimento público nos últimos anos, maioritariamente financiado por linhas de crédito estrangeiras.
O malparado da banca voltou a subir em Junho deste ano para 14,5%
No pico do malparado em Angola, em Junho de 2019, o sector bancário tinha o equivalente a 5.000 milhões USD em crédito vencido. Esse valor baixou para 2.026 milhões USD um ano depois, em Junho de 2020, quando a Recredit ficou com a carteira de malparado do maior banco público, o BPC.
Crescimento em baixa e inflação em alta abre portas à estagflação
As perspectivas para o resto do ano não são nada animadoras. Para cumprir os valores inscritos no OGE, a produção petrolífera teria de crescer 223,5 mil barris por dia face à média diária dos meses de Julho e Agosto. Com baixo crescimento, alta inflação e desemprego, o fantasma da estagflação volta a pairar sobre o País.
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Venda de imóveis em projecto dispara, mas mercado desconfia
AGT aplica taxa de 2% de "rendimentos presumidos" a todos os despachantes oficiais
Assembleia Nacional já bloqueou 7 Comissões Parlamentar de Inquérito
Foto da Semana
Opinião
EDITORIAL
João Armando
O poder da interpretação
Pouparíamos tempo e, sobretudo, acabaríamos com muitos mal-entendidos. Porque o verdadeiro problema não está em alterar leis. As leis não são peças de museu. Se ficaram desajustadas da realidade, devem ser revistas. Se impedem políticas consideradas necessárias, devem ser discutidas e modificadas.
MILAGRE OU MIRAGEM ?
Fernandes Wanda
O problema foi o financiamento chinês ou a forma como Angola o usou?
Industrialização e diversificação económica e o papel estruturador dos parques de utilização mista
Tiago Carneiro
Industrialização e diversificação económica e o papel estruturador dos parques de utilização mista
CONVIDADO
Manuel Jamba Lohoca
Audição prévia no Procedimento Tributário Electrónico | Entre o dever de fundamentação e a segurança da prova
CONVIDADO
Francisco Nelito Mário
Quando o cidadão espera e o bidão passa à frente
CONVIDADO
Willian de Oliveira
A IA na saúde - O verdadeiro ponto de partida está nos dados
MILAGRE OU MIRAGEM ?
Fernandes Wanda
África precisa transformar oportunidades em desenvolvimento
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